Enrolando o Barbante.


Autora: Gláucia Figueredo.

DO COMEÇO... 
TALVEZ, NÃO SEI COMO DIZER. 
O FIM... 
SEI LÁ, QUANDO SERÁ. 
INCRIVELMENTE NÃO PODERIA SABER DE ONDE ESTOU. PENSEI QUE JÁ ERA O FIM, QUE PODERIA CONTAR TODA A HISTÓRIA ACONTECIDA,  POIS, JÁ HAVIA VIVIDO TODA A HISTÓRIA.
NADA DISSO, NADA ACABOU. 
SÓ UMA FAISCA DE TUDO QUE ESTAVA POR VIR. NAMOREI SEPAREI. JUNTEI SEPAREI. NAMOREI, NAMOREI, AMEI, ENTREGUEI-ME. ENLOUQUECI-ME DESESPERADAMENTE, E ATÉ HOJE AINDA ESTOU. GRUDADA EM UM SENTIMENTO QUE, POR MAIS QUE A REALIDADE TRAGA-ME A EXPLICAÇÃO RACIONAL. NADA, NADA É SUFICIENTE PARA RETIRAR DE MIM O GOSTO DE TER VIVIDO E AMADO TANTO. 
O QUE POSSO DIZER, SOU LOUCA POR AMOR, POR ENVOLVER. AQUELA QUIMICA QUE SOBRESSAI DE NOSSO CORPO QUANDO A PALAVRA SEDUÇÃO ENVOLVE-NOS. É O MAIOR VÍCIO QUE EXISTE. 
POIS É, DEPOIS DE ENCONTRAR-ME SOZINHA, AGORA, DEPOIS DE GRANDES AMORES, ENVOLVIMENTOS. LOUCURAS, DEDICAÇÕES, DECEPÇÕES. VIVENDO AS LOUCURAS QUE TODOS OS SERES HUMANOS VIVEM, OU TALVEZ, DARIAM TUDO PARA VIVER. AGORA QUE DECIDI ACALMAR ESSA CORRERIA QUE SEMPRE FOI A MINHA VIDA. AMORES, DECEPÇÕES. DESEJOS, PAIXÕES. NOSSA, NÃO ARREPENDO-ME DE NADA, MAS DEPOIS DISSO TUDO. AO ACALMAR MEU CORAÇÃO E CENTRALIZAR OS MEUS PENSAMENTOS. HÁ, ME VEJO NESSA LOUCURA NOVAMENTE. MAS QUE FINAL É ESSE, QUE FIM DE HISTORIA QUE AINDA ABALA ESSE CORAÇÃO.
TALVEZ SEJA A HORA DE REALINHAR TUDO E FAZER UM COMEÇO, UM MEIO E UM FIM.
VAMOS ENROLAR ESSE BARBANTE...